“…é que o amor ao mesmo tempo que nutre, deixa-nos fracos, agonizantes
e cansados. é que o amor é um movimento de dar e receber num caminho de
duas vias, um movimento de contração e dilatação, fluxo e refluxo.
quero viver dias onde eu me sinta tão pleno e tão completo eternizando dentro da minha cabeça todos os instantes, todos os ângulos que meus amores e a minha visão me permitirem.
e que cada noite, ainda que mortos de sono ou de tesão, ainda que em movimentos bruscos ou na calmaria dos corpos e mentes já cansados, cada noite dessas eu me derreta pra depois me recolher maior, mais vivo e mais forte, mesmo sem demonstrar, mesmo sem ser percebido.”



